Artigos - Zoonoses


Thiago R

Casos Clínicos
Zoonoses
 Doenças Parasitárias
Doenças Infecciosas


EM

ANIMAIS SILVESTRES E EXÓTICOS

 

 

 

HIGIENE

 

QUARENTENA

 

n40 DIAS ????

n3 EXAMES COPROPARASITOLÓGICOS

nHIGIENE ++++++

nPEDILUVIO

nROUPAS

nFOMITES

 

 

CLÍNICAS

 

HERBALVET

AMÔNIA QUARTENÁRIA

 

Casos Clínicos
Zoonoses
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Doenças Infecciosas

 

Tunga

 

nHospedeiros: Suíno-homem-cão- em ordem de eleição.

 

Tunga penetrans

 

Tratamento:

 

nRetirar o parasito da pele do hospedeiro.

nAfastar o animal (porco) do homem.

nPromover iluminação do local.

 

 

 

Bouba ou Varíola aviária

 

nCausada por um Poxvírus com DNA fita dupla e sua replicaçăo ocorre no citoplasma da célula. Săo muito resistentes no meio ambiente e os Avipoxvírus resistem também ao éter

bouba ou varíola aviária

 

nA transmissăo do vírus pode ocorrer por lesões na pele, por partículas nas fezes ou por secreções.

 

nTambém ocorre através da picada de mosquitos, ácaros e piolhos da pele. As aves que tiveram a doença e se recuperaram tornam-se portadoras, săo resistentes a novas infecções, mas podem estar eliminando o vírus.

 

nsinais clínicos :Dificuldade respiratória, dificuldade na apreensão e deglutição de alimentos, sonolencia, perda de peso, diarréia, sensibilidade nas patas e coceira na comissura do bico.

 

nDiag: PCR – UNIGEN – sangue / órgãos / swabs

 

nTratamento: TUIA /TUYA - Thuja occidentalis

 

 

 

Clamidiose

 

n Agente Etiológico : Chlamydophyla psittaci

 

nSintomas vistos pelas: Fezes, Respiratório, Ocular

 

n Tratamento: doxiciclina

 

 

 

CONJUTIVITE (aves)

 

nstaphylococcus

nStreptococcus

   (tratamento: enrofloxacina)

 

nMycoplasma

  gallisepticum

  (tratamento: norfloxacina)

 

 

 

 

 

Sarcoptes

 

nTRATAMENTO

nivermectina

 

 

 

 

Candida albicans

 

nFaz parte da flora entérica normal das aves, porém em pequenas quantidades

 

nTratamento: Nistatita - Contato

 

 

 

Amebíase

 

nProtozoário

 

nAgente Etiológico :Entamoeba histolytica

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Mamíferos

 

nVias de Transmissão:  Ingestão de água e alimentos contaminados com cistos

nintestino - parede do cisto se rompe - libera amebas - glândulas da parede intestinal - alimento de sangue e de células do hospedeiro

nInflamação – rompimento - libera sangue, muco e milhares de amebas - fezes - água e alimentos

nSintomas 

nDesconforto abdominal, leve a moderado,

nSangue nas fezes,

nForte diarréia acompanhada de sangue

nFebre

 

nDiagnóstico 

nPresença de trozoítos ou cistos do parasita nas fezes

nendoscopia 

nanálise de abcessos ou cortes de tecido, etc.

 

nTratamento e prevenção

nSecnidazol, Metronidazol, Tinidazol.

nMedidas higiênicas mais rigorosas

 

 

 

 

Complexo hidatidose-equinococose

 

nCestoda

nAgente Etiológico: Echinococcus granulosus

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Raposas e cervídeos (ciclo silvestre)

 

nVias de Transmissão: Ingestão de vísceras contaminadas com cistos hidáticos

    verme ingeridos pelo hospedeiro definitivo -vermes adultos liberam ovos - fezes  - hospedeiro intermediário - estômago e intestino delgado - eclodem - parede intestinal - fígado ou pulmões.

 

nSintomas

nFigado (60% dos casos) dor, hepatomegalia, e possivelmente icterícia

nPulmões (25% dos casos) tosse, dores de peito, falta de ar.

nCérebro (raro) pode haver problemas neurológicos ou até distúrbios de personalidade.

n1 cisto cheio de líquido rompe- prurido e exantema cutâneo, febre e tremores;

nruptura de um grande número - choque anafalaticoóbito

 

nDiagnóstico

   Tomografia computadorizada do fígado

    ELISA

 

nTratamento e prevenção

nexcisão cirúrgica dos cistos.

nS/ excisão mebendazole

nNão consumir carne crua ou mal cozinhada, principalmente fígado ou pulmões.

nMedidas higiénicas

 

 

 

 

Criptosporidiose

 

nProtozoário

nAgente Etiológico: Cryptosporidium spp

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Mamíferos e Aves

Criptosporidiose

 

nVias de Transmissão:  Ingestão de água e alimentos contaminados com oocistos

  Permanecem viáveis no ambiente durante meses, dependendo das condições climáticas.

 

nSintomas

ndiarréia neonatal - altas taxas de morbidade e mortalidade.

nNos quadros clínicos diarréicos o Cryptosporidium pode estar associado a outros agentes infecciosos (bactérias, vírus, parasitas), além disso, as variáveis relativas ao hospedeiro (idade, estado nutricional, condição imunológica, falha na ingestão de colostro), bem como do ambiente (superpopulação, estresse, clima), podem ter influência no transcurso da infecção.

nÉ comum o relato de infecções subclínicas. Dessa forma, ressalta-se a importância epidemiológica dos portadores assintomáticos.

 

nDiagnóstico:

nvisualização do protozoário, principalmente a partir de amostras de fezes frescas ou fixadas em formalina a 10%.

 

nTratamento:

nSintomatico

nDrogas anticoccídicas

 

 

 

Dirofilariose

 

nAgente Etiológico: Dirofilaria immitis

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Canídeos e procionídeos

 

nVias de Transmissão: Através do repasto sangüíneo (inoculação de microfilárias) pelos vetores biológicos - mosquitos (Culex, Aedes, Anopheles, etc.) 

 

nSintomas

nvariados

nassociados à gravidade das lesões

nenvolvem os sistemas respiratórios, cardiovascular e renal

ntosse, hemoptise, dispnéia e diminuição da tolerância a exercícios, perda de condição corporal, insuficiência cardíaca congestiva direita e morte.

 

 

nDiagnóstico:

npesquisa de microfilarias e de antígenos de parasitas adultos no sangue.

nELISA.

 

nTratamento

nmelarsomina - adulticida

neliminação da microfilária circulante ivermectina.

 

 

 

 

 

 

 

Doença de Chagas

 

nAgente Etiológico: Trypanosoma cruzi

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Mais de 200 espécies de mamíferos principalmente o gambá Didelphis sp

 

nVias de Transmissão: Contato com as fezes dos vetores biológicos (hemípteros) principalmente dos gêneros Triatoma, Panstrongylus e Rhodnius contendo tripomastigotas

 

nSintomas:

nFase aguda e outra crônica. Se não for tratada a infecção pode durar a vida toda.

nFase aguda A infecção pode ser moderada ou assintomática febre ou inchaço ao redor do local da inoculação (poucos ou nenhum parasita é encontrado no sangue).

nfase crônica da doença :
* Anormalidades no ritmo cardíaco - morte súbita.
* Coração dilatado que não bombeia bem o sangue.
* Esôfago ou cólon dilatados.

 

nDiagnóstico:

nExame clínico e laboratorial (pesquisa do parasito no sangue),

nexame clínico,

nsorológico,

neletrocardiograma

nraio X.

 

nTratamento:

nNifurtimox e o Benzonidazol

nAs drogas hoje disponíveis, são eficazes, apenas na fase inicial da enfermidade, daí a importância da descoberta precoce da doença.

 

nMedidas profiláticas:

ncontrole ao "barbeiro",

nmelhorar habitação, tamponamento de rachaduras e frestas;

nusar telagem em portas e janelas;

nimpedir a permanência de animais , como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa;

nevitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa;

nconstruir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro , depósito afastados das casas e mantê-los limpos;

nretirar ninhos de pássaros dos beirais das casas;

nmanter limpeza periódica nas casas e em seus arredores;

 

 

 

 

 

 

Fasciolose

 

nAgente Etiológico: Fasciola hepatica

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios : Herbívoros

 

nVias de Transmissão: Ingestão de água e vegetação contaminada com metacercárias encistadas

 

nSintomas:  

nfase aguda- febre, eosinofilia, aumento doloroso do fígado, leucocitose e diarréia;

ncronicamente ocorrem dor abdominal, diarréia, hepatomegalia, eosinofilia, anemia, perda de peso e complicações da cirrose.

 

nDiagnóstico:

né possivel cerca de três meses após a infecção inicial

namostras fecais - microscopio optico.

nSorologia - ELISA.

nintradermorreação - inoculação de antígenos.

 

nTratamento e prevenção:

nTratamento Triclabendazole

nA prevenção é feita evitando-se o consumo de agriões crus, principalmente se cultivados em terra irrigada por rios ou adubada com estrume.

ncontrole das populações do caramujo Lymnaea, através do uso de mulusquicidas, 

ndrenagem de pastagens alagadas

ncontrole biológico -  molusco Solicitoides sp que é predador das formas jovens do Lymnaea.

 

 

 

Leishmaniose

 

nLeishmaniose tegumnetar

nLeishmaniose visceral

 

 Leishmaniose tegumentar

nAgente Etiológico: Leishmania braziliensis

 

Leishmaniose visceral

nAgente Etiológico: Leishmania chagasi

 

 Leishmaniose tegumentar

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Roedores (principais), preguiça, tamanduá,
canídeos, eqüídeos

 

Leishmaniose visceral

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Canídeos principais reservatórios

 

 Leishmaniose

nVias de Transmissão: Vetores biológicos flebotomíneos Lutzomyia spp (mosquito-palha)

 

 Leishmaniose

nSintomas:

nTegumentar - pequena elevação avermelhada na pele - ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta - lesões inflamatórias no nariz ou na boca.

nNa visceral - febre irregular, anemia, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.


 Leishmaniose

nDiagnóstico:  Sorologia

 

 Leishmaniose

  Tratamento: Alopurinol, Cetoconazol, Levamizol, Vitamina A, Zinco, Aspartato de L-arginina e Prednisona, Glucantime ou Anfotericina B

  EUTANASIA

 

 Leishmaniose

nPrevenção:

nA melhor forma de se prevenir contra esta doença é evitar residir ou permanecer em áreas muito próximas à mata, evitar banhos em rio próximo a mata, sempre utilizar repelentes quando estiver em matas, etc.

 

 

Sarcocistose

 

nAgente Etiológico: Sarcocystis spp

Sarcocistose

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios: Carnívoros (predadores) e herbívoros (presas)

 

nVias de Transmissão:

  Ingestão de oocistos no meio ambiente e carnivorismo (ingestão de sarcocistos)

 

 

 

nSintomas:

   infecção do músculo estriado por parasitas do gênero sacrcocysts.

  vômitos, diarréia, fraqueza muscular e paralisia são produzidos

 

nDiagnóstico:

nsintomatologia clínica e na demonstração histológica de esquizontes nos vasos sangüíneos de órgãos, como rim ou coração, e na presença de cistos nos músculos à necropsia ou biópsia.

nO exame de fezes de cães ou gatos para a presença de esporocistos pode ser útil no diagnóstico

nOs testes sorológicos como o RIFI e ELISA podem ser utilizados ao lado de sintomas clínicos da doença para diferenciá-la de outras etiologias

 

nTratamento:

nNão existe tratamento eficaz para a infecção, seja no hospedeiro intermediário ou no definitivo.

nPrevenção: prevenir a infecção do predador, evitando que este ingira carne crua do hospedeiro intermediário; não deixar carcaças de animais abatidos no campo

 

 

 

 Aspergilose

 

n Agente Etiológico

nAspergillus flavus

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios

 Aves

 

nVias de Transmissão

nIngestão

ninalação

Aspergilose

 

nDiagnóstico:

nEndoscopia traqueal (lesão única fechando a traqueia)

    ELISA

 

nSintomas:

nAgudo: anorexia, dispnéia e cianose

nCrônico: dispnéia severea, alteração na voz, descarga de muco purulento, diarréia, aonerxia, bilverdinúria, ataxia, perda de peso.

 

nTratamento:

nAnfotericina B (cuidado nefrotóxico - EV, IO)

nSacos aéreos – nebulização

n5-fluocitosina

nCetoconazol

nFluconazol

nFluidoterapia e alimentação forçada

 

Febre maculosa

 

n Agente Etiológico

nRickettsia rickettsii

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios:  Capivaras. Principal reservatório suspeito.

 

nVias de Transmissão:

nAtravés de picadas de carrapatos, possivelmente do gênero Amblyomma spp

 

nDIAGNÓSTICO

nSorológico - visando detectar a presença de anticorpos.

nCultura - visando o isolamento do agente etiológico

 

nSintomas:

nFebre, letargia, anorexia

nSangramento espontâneo, esforço respiratório

nAtaxia, cabeça inclinada

 

nTratamento

nDoxiciclina

nTetraciclinas

nTratamento suporte

nCaso severos transfusão sanguinea

 

 

 

Histoplasmose

 

n Agente Etiológico

n Histoplasma capsulatum

 

nPrincipais Fontes de Infecção e Reservatórios

nMorcegos e aves

 

n Vias de Transmissão

nAtravés da inalação dos esporos dos fungos em ambientes fechados, cavernas principalmente

 

nDiagnóstico:

nMicológico: visualização direta e cultura

nSorológico

 

 

nSintomas:

nPredominantemente pulmonar 80%

nArtrite com eritema nodoso  5-10%

nPericardite     5-10%

 

nTratamento

nAnfotericina B

nItraconazol

nCetoconazol

nFluconazol

nCorticóides

 


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Dr. Thiago R. Salvador - Médico Veterinário
Animais Silvestres, Exóticos e Peixes
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